ARISTÓTELES. Arte Poética. São Paulo: Martin Claret, 2003.
DEBORD, Guy.A Sociedade do Espetáculo. São Paulo: Contraponto, 2000.
ECO, Umberto. Obra Aberta.
São Paulo: Perspectiva, 2006.
ECO, Umberto. O Nome da Rosa. Rio de Janeiro: Record, 2009.
ECO, Umberto. Seis
Passeios pelos Bosques da Ficção. Cia das Letras, 1994. 158p. MANGUEL, Alberto. Lendo Imagens. São Paulo: Cia das Letras, 2001. NIEMEYER, Lucy. Elementos de Semiótica Aplicados ao Design. Rio de Janeiro: 2AB, 2010, 80p. NOJIMA, Vera Lúcia; JUNIOR, Licinio de Almeida. Design, Comunicação e Semiótica. Rio de Janeiro: 2AB, 2010, 168p. PLATÃO. A República. São Paulo: Martin Claret, 2000. SANTAELLA, Lúcia. Estratégias Semióticas da Publicidade. São Paulo: Cengag, 2011.
SANTAELLA, Lúcia. Imagem: cognição, semiótica, mídia. São Paulo: Iluminuras, 2012.
SANTAELLA, Lúcia. Linguagens Líquidas na Era da Mobilidade.
São Paulo: Paulus, 2007.
SANTAELLA, Lúcia. Matrizes da Linguagem e
Pensamento: sonora visual verbal. São Paulo: Iluminuras, 2005.
SANTAELLA, Lúcia. O que é Semiótica.
São Paulo: Brasiliense, 2003.
Queridos alunos: Links importantes e bibliografia. 1. Prezi sobre Exibitécnica. Clique aqui para baixar.
2. A Exibitécnica nos Supermercados. Clique aqui para acessar.
3. Verbete na Wiki sobre Marketing Promocional. clique aqui para acessar.
4. Site da AMPRO - Associação de Marketing Promocional. clique aqui para acessar. 5. PromoView - Portal sobre Promoção. clique aqui para acessar. 6. Talkability - Empresa muito bacana de Marketing Promocional. clique aqui para acessar. 7. The Marketing Store São Paulo. +1 empresa legal. clique aqui para acessar. 8. Bullet Eventos - +1 empresa legal. clique aqui para acessar.
9. Matéria: "Mudança nas regras de concursos culturais." clique aqui para acessar.
11. +2 sites legais sobre promoção (clique nos nomes para acessar): Brainstorm9 e Midia8.
12. Material sobre Flagship. clique aqui para acessar. + flagship Melissa em Londres clique aqui.
13. Glossário Termos de Promoção/Merchandising. Download aqui.
14. Software Free para Modelagem de Vitrinismo. Clique aqui. 15. Eficácia Comunicativa do Product Placement (no cinema). REBELO, Rosa Maria Silva. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Portugal. Dissertação de Mestrado. 2009. Download aqui.
16. Product Placement na Série de TV "The Big Bang Theory". BRUM, Roberta. TCC. UNOCHAPECÓ. 2013. Download aqui.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (03 indicações): BLESSA, Regina. Merchandising no Ponto-de-venda. São Paulo: Atlas, 2006.
MORGAM, TONY. Visual Merchandising - Vitrines e Interiores. São Paulo: GG Brasil, 2011.
COSTA, Antonio Roque. Marketing Promocional para Mercados Competitivos: planejamento, implementação, controle. São Paulo: Atlas, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (05 indicações): AAKER, David A. Criando e Administrando Marcas de Sucesso. 3.ed. São Paulo: Futura, 2001.
KOTLER, Philip. Administração de marketing: 12.ed. São Paulo: Pearson, 2010.
DEMETRESCO, Sylvia. Vitrina: construção de encenações. São Paulo: Senac, 2007.
PINHEIRO, Eduardo Perrone. Promoção de Vendas e Merchandising. 2.ed. São Paulo: RG, c2004.
SOLOMON, Michael R. O comportamento do consumidor: comprando, possuindo e sendo. 9.ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
OGDEN, James R. Comunicação integrada de marketing: conceitos, técnicas e práticas. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
ZENONE, Luiz Cláudio. Marketing da promoção e merchandising: conceitos e estratégias para ações bem-sucedidas. São Paulo: Thomson, 2005.
LEITURAS SUGERIDAS:
ANDERSON, Chris. Free. São Paulo: Elsevier, 2009.
BEZERRA, Beatriz Braga; COVALESKI, Rogério Luiz. Marketing experimental e criação artística: uma análise da atual demanda de consumo. In: Revista Famecos. V. 21 (2014) Clique aqui para acessar.
DEMETRESCO, Sylvia. Vitrina: construção de encenações. São Paulo: Senac, 2007. JENKINS, Henry. Cultura da Convergência. São Paulo: Aleph, 2008.
LINDSTROM, Martin. Brandsense: A Marca Multissensorial. Porto Alegre: Bookman, 2007.
LINDSTROM, Martin. A Lógica do Consumo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009. MORGAM, TONY. Visual Merchandising - Vitrines e Interiores. São Paulo: GG Brasil, 2011.
SCHIMITT, Bernd H. Marketing Experimental. São Paulo: Nobel, 2002.
JOURDAIN, Robert. Música, Cérebro e Êxtase: como a música captura nossa imaginação. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.
LEVITIN, Daniel
J. A Música no seu Cérebro: a ciência de
uma obsessão humana. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.
WISNIK, José Miguel. O som e o Sentido. São Paulo: Cia das Letras, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DEBORD, Guy. A Sociedade do Espetáculo. São Paulo: Contraponto, 2000.
ROBERTS, Kevin. Lovemarks: o futuro além das marcas. São Paulo: M. Books, 2004.
LINDSTROM, Martin. Brandsense: A Marca Multissensorial. Porto Alegre: Bookman, 2007.
RAGUENET, Alberto Freire. A Produtora de Áudio Eletrônico: o impacto das mudanças em um contexto de globalização econômica e tecnológica. Dissertação de Mestrado. Porto Alegre: PUCRS/FAMECOS, 2005. (download aqui)
SHAFER, R. Murray. A Afinação do Mundo. São Paulo: UNESP, 1997.
LEITURAS SUGERIDAS
ANDERSON, Chris. Free. São Paulo: Elsevier, 2009.
BURKE, Peter. Uma História Social da Mídia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
FRITSCH, Eloy. Música Eletrônica: uma introdução ilustrada. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2008.
MENEZES, Flo (org). Música Eletroacústica: história e arte. São Paulo: Editora da USP, 2009.
Revistas Áudio, Música & Tecnologia; Backstage; Computer Music; Future Music; e Sound on Sound.
PALUDO, Ticiano. Kiss, O Mito Vivo. Monografia de Graduação. Porto Alegre: PUCRS/FAMECOS, 1998. Online. Disponível em http://bit.ly/bwXC6n
PALUDO, Ticiano . Reconfigurações Musicais: os novos caminhos da música na era da comunicação digital. Dissertação de Mestrado. Porto Alegre: PUCRS/FAMECOS, 2010. Online. Disponível em http://bit.ly/b0CEiD
PASE, André Fagundes. Som Online: a comunicação musical e suas iconografias no imaginário tecnológico da pós-modernidade. Dissertação de Mestrado. Porto Alegre: PUCRS, 2004.
KOSSOY, Boris. Revelações à Sombra. In: Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 3, nº 35. Rio de Janeiro: Sociedade dos Amigos da Biblioteca Nacional, 2008.
(download aqui)
PALUDO, Ticiano. Kiss, O Mito Vivo (monografia). Porto Alegre: PUCRS/FAMECOS, 1998. Online. Disponível em http://bit.ly/bwXC6n
PALUDO, Ticiano. O Som e o Sentido – Sound Design na Era Contemporânea (ensaio). Porto Alegre, 2007/2012. (download aqui)
PALUDO, Ticiano. Reconfigurações Musicais: os novos caminhos da música na era da comunicação digital (dissertação). Porto Alegre: PUCRS/FAMECOS, 2010. Online. Disponível em http://bit.ly/b0CEiD
Eu na época do lançamento do Circo Eletrônico (2004)
Que circo é esse?
Circo Eletrônico é a fábula da intemporalidade, uma reflexão sobre as relações e a memória. É uma reinvenção da mitologia, da ficção, da história. O espetáculo não conta simplesmente uma história, oferece os elementos para que cada um possa criar a sua. É uma provocação aos sentidos e à imaginação. Usa, de forma arrojada e original, as acrobacias aéreas e de solo, com a criação de novos equipamentos e a utilização inovadora de equipamentos tradicionais; troca os palhaços por bufões que dialogam com a trilha eletrônica composta especialmente para o trabalho.
Parece que foi ontem... Em 2004 o grande diretor de teatro gaúcho Dilmar Messias me convidou para compor temas eletrônicos e fazer a direção musical para um espetáculo de circo novo que ele estava montando. Um circo sem elefantes nem leões, mas repleto de artistas feras. Feras do teatro, acrobatas, contadores de histórias. Nascia assim a trilha do espetáculo Circo Eletrônico.
Convidamos meu grande amigo e DJ Duke Jay, conhecido por seu brilhante trabalho com a banda Bataclã para criar intervenções ao vivo utilizando suas pick-ups sobre as trilhas e texturas sonoras compostas por mim. O espetáculo foi sucesso de crítica e público, tendo sido apresentado em diversas capitais do país. A trilha sonora foi indicada a melhor trilha para teatro adulto no Prêmio Açorianos daquele ano.
DJ Duke Jay e o diretor Dilmar Messias na pré-estréia do espetáculo em 2004.
Quem quiser reviver esse momento tem três oportunidades agora no mes de maio. E o melhor: de graça.
Quer ouvir dois temas exclusivos criados para o espetáculo? Clique aqui e aqui e ouça!
E abaixo, vão dois vídeos com matérias sobre o lançamento desse projeto lá em 2004!
SERVIÇO O que: espetáculo Circo Eletrônico - com o Circo Teatro Girassol
Quando: 26, 27 e 28/05/2011 Horário: 20h
Onde: Largo Zumbi dos Palmares - Cidade Baixa - Porto Alegre / RS Quanto: free
Veja mais no site oficial do Circo Teatro Girassolclicando aqui.
Nos dias 11 e 12 de abril de 2011, rolou na PUCRS o Fórum da Liberdade.
Quem quiser saber tudo sobre o evento pode clicar aqui e acessar o site oficial.
Aqui no blog, como de costume (quando participo de algum evento bacana), faço um breve relato de pontos que considerei importantes. São pequenas anotações que fiz para refletir posteriormente e que agora divido com vocês, leitores. As fotos desse relato (obtidas no evento) foram tiradas com a minha camera pelo meu fiel escudeiro e aluno Renan Ramme (valeu, parceiro!). As demais foram colhidas na www. Vamos lá, então...
Indiscutivelmente duas figuras brilharam muito nessa edição do #FL2011: são elas o cantor/agitador/pensador Lobão (@lobaoeletrico) e o jornalista/agitador/pensador Marcelo Tas (@Marcelotas).
Não vou relatar palestra por palestra, mas sim fazer um resumo mais dinâmico em forma de tópicos importantes sobre o que vi/ouvi nesses dias.
O evento começou com a dobradinha Lobão / Peninha. O Peninha foi chato, metido e enfadonho. Ele definitivamente não sabe perucar (se você não sabe o que é perucar, procure aqui nesse mesmo blog e descubra, ou procure no Google)!
Peninha no #FL2011: enfadonho.
Vamos então passear pelo Fórum em forma de hastags!
- Você só pode existir no Brasil se você não for você.
- O programa da Xuxa era uma fábrica de mini pu**s.
Falas do enfadonho Peninha (@ele não acredita no Twitter)
- Há mercado para ignorantes, também.
- Não acredito no Twitter.
- Criei um personagem [Peninha] para me proteger.
- No Brasil o livro vende pouco por que é caro ou é caro porque vende pouco?
Lobão brilhou muito no evento!
Conhece o blog do Lobão no Tumblr? Clique aqui e conheça!
#CARLOS DE SOUZA E O DIREITO AUTORAL
Carlos de Souza (@caffsouza) falou sobre direito autoral de uma maneira divertida e profissional. Legal que meus alunos entenderam porque sou tão exigente nas aulas de atendimento da FAMECOS. O cara demonstrou um poder de retórica espetacular e cativou a todos. Parabéns merecidíssimo!
#TERRA NETWORKS
- No site do Comite Gestor de Internet existem bons dados de pesquisa.
- Faltam pessoas qualificadas para o mercado atual.
Os digital natives são multiplataforma/telas múltiplas
(TV, celular, iPad, etc ao mesmo tempo).
Acabou o papel?
- Jornal popular é gratuíto.
- Revistas segmentadas - gratuítas /pagas.
- TV a cabo certamente tem muito para crescer.
- A inclusão digital gera crescimento.
Dado interessantíssimo do Terra:
400.000 pagam pelo Sonora (clique aqui e saiba + sobre este serviço)
#RONY RODRIGUES E A GERAÇÃO Y
DIGITAL NATIVES E COMPORTAMENTOS CONTEMPORÂNEOS
1- Existem +100 lan houses na Rocinha/RJ
2- Português é a 2ª lingua + falada no Twitter
O Rony Rodrigues (@ronyrodrigues), embora em dia não tão inspirado, apresentou um conceito muito legal de chave como símbolo de liberdade, seja a chave que te abre portas ou que te permite estar trancado dentro delas.
Rony: dia não muito inspirado no #FL2011
Rony apresentou, também, as 3 últimas grandes gerações pós 2ª Guerra até os dias de hoje:
GERAÇÃO 1) Baby Boom pós 2ª Guerra Mundial que ganhou a chave de casa
GERAÇÃO 2) X 80s que se tranca no seu mundo, mais especificamente, tem a chave do seu quarto
GERAÇÃO 3) Y/digital natives 0s que tem a chave do mundo (a web)
Digital Natives seguem uma linguagem não-linear de apreensão; aprendem abrindo janelas de navegação simultâneas e via links. Leem "Vovó viu a uva" e já associam a "Vovó" ao Tapa na Pantera (clique aqui) e a Uva ao Lasier Martins (clique aqui).
Aprendem, também, através da chamada aprendizagem tangencial (via games). Abaixo um vídeo que ilustra esse tema.
Hoje a super-exposição nas redes sociais mostra que a privacidade da Geração X já não é tão importante para a Geração Y - "entre no meu quarto via meu profile no Facebook".
#A EDUCAÇÃO DO FUTURO
No painel que tratou sobre o futuro da educação, foi dito que o futuro está baseado em 3 pontos: ESPERANÇA, LIBERDADE e TECNOLOGIA. O professor do futuro será um organizador de conteúdo. A nova formação deve ser abrangente e aprofundada.
#MARCELO TAS - O CARA
Já no último papo do evento, Marcelo Tas (@marcelotas) complementou, que antigamente o professor era o ÚNICO provedor de informação. Tas ainda ressaltou o que, para mim, é de vital importância nos dias de hoje:
TU ÉS ETERNAMENTE RESPONSÁVEL POR AQUILO QUE PUBLICAS NA INTERNET.
Tanto ele quanto Madureira (do Casseta e Planeta) e Lobão ressaltaram a importância das midias tradicionais (principalmente o rádio e a TV) e que elas ainda desempenham papel decisivo nos processos comunicacionais, não sendo aniquiladas pela web (aliás, coisa que a Lúcia Santaella já dizia faz tempo).
A palestra de Tas teve como ponto alto a importância do monitoramento responsável e crítico do que é dito na web.
Por fim, gostaria de agradecer aos meus amados alunos da FAMECOS que estavam firmes e fortes no evento comigo e que me auxiliaram nesse relato emprestando seus notes para que eu pudesse fazer uma boa cobertura ao vivo via Twitter. Obrigado: Larissa Silva, Filipe Medina, Bruno Christofoli, Nicole Sasha, Renan Ramme e Anderson Tubino.
Quem quiser ver +, existe um álbum no meu profile do Facebook sobre o evento. Clique aqui e divirta-se.